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Video inspirador – Les mejores comerciales del mundo 8 Março 31, 2009

Posted by aoqfonseca in família, filhos.
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Um amigo enviou um email com um video lindo. A principio me pareceu ser uma propaganda de alguma empresa de telecomunicação, mas a mensagem por trás é magnifica e se encaixa perfeitamente na temática que abordo aqui.

Vejam abaixo

Nova aquisição de livro Março 28, 2009

Posted by aoqfonseca in livros.
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A útlimo adquirido foi “Como Despertar o melhor das pessoas”  da Laurie Beth Jones. A autora tem outros livros na mesma linha. Vale a pena conferir

Textos para Reflexão – “Deixe Secar!” Março 25, 2009

Posted by aoqfonseca in natureza humana.
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Segue abaixo um texto muito bonito que leva a uma reflexão muito importante:

Deixe Secar!

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com  bolinhas amarelas. No dia  seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não  podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela  pudesse brincar sozinha na   garagem o  prédio.  Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedotão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam  algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, ariana desabafou:
‘Está vendo,  mamãe, o que a Júlia fez comigo?  Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
‘Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama  em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.  Você lembra o que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil  limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro.  Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala  ver televisão. Logo depois  alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho
na mão. Sem que  houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
‘Mariana, sabe  aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.Quando eu contei  para a mamãe ela ficou  preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa.’
‘Não tem   problema, disse Mariana, minha raiva já secou.’
E dando um  forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para  contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.  Nunca tome qualquer atitude com raiva.   A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.   Assim você evitará cometer  injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e  correta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre:
Deixe a raiva secar.

Garoto mais inteligente do mundo enlouqueceu Março 23, 2009

Posted by aoqfonseca in família, filhos.
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Segue abaixo um texto que não sei se é real mas pelo menos reflete bem algumas coisas que venho falando aqui

Aos 3 anos, resolvia testes de inteligência para adultos. Aos 5 tinha terminado o primeiro grau, aos 6 já tinha o diploma do segundo, aos 7 ia à universidade.

E aos 8 anos terminou internado em um centro neuropsiquiátrico porque seguidamente golpeava a cabeça contra a parede, tentava suicidar-se e  implorava aos médicos que, por favor, lhe devolvessem seu gatinho branco, Jedi, com acesso proibido ao hospital.

Não dá pra dizer que é aquele tipo de história exemplar de genialidade sendo cobrada pela loucura, porque não é. A vida do “garoto mais inteligente do mundo” é a parábola obscena de muitas coisas – a ambição desesperada de uma mãe, a atitude cínica dos políticos e do jornalismo, o opróbrio de um sistema escolar que busca exaltar aos melhores em lugar de recuperar os piores – que se entrelaçam para destruir um garoto absolutamente normal. Porque a realidade é que Justin Chapman não é nenhum gênio.

Esta é a história de uma fraude levada a cabo por uma mãe que aproveitou as falhas do sistema educativo estadunidense, obsecado por melhores números e pela produção. As primeiras notícias do “supermenino” chegaram aos jornais no final dos anos 90, quando Elizabeth Chapman, uma mãe solteira, advertiu a vários institutos que se dedicam à educação dos pequenos gênios que seu filho tinha obtido os resultados máximos em vários testes oficiais de inteligência para adultos. O garoto tinha então 3 anos.

Sempre ávidos de “golpes publicitários” , os institutos lhe enviaram vários  formulários e os resultados que obtiveram no retorno do correio foram  sensacionais. Dizer que Justin era o primeiro da classe teria sido igual que dizer que Einstein era bom em matemática. Não se equivocava nunca, resolvia tudo, obtinha o recorde de pontuações para todas as idades.

Quando seus amiguinhos começavam o primário, ele já terminava e se inscrevia no segundo grau por correspondência (a Cambridge Academy) via Internet. Aos 6 anos recebeu o diploma. Imediatamente depois, a mãe consegui que lhe enviassem os papéis para o SAT, o teste de admissão à universidade. Aos 7 anos, Justin obteve o máxima pontuação (1600 pontos) e a indústria dos diplomas outorgou-lhe.

Inscreveu-se então na respeitável Universidade de Rochester, no estado de Nova York. Ali podia ser visto um menino banguela entre alunos de vinte anos. Elizabeth, a mãe, construiu um grand site na internet.

Sua fama começou a propagar-se. Recebeu fundos de institutos e centros que promovem a educação dos “pequenos gênios”.

Os políticos de todas as cores queriam ser fotografados a seu lado.

Recebeu-o o governador republicano de Nova York, George Pataki. Foi  felicitado pelo próprio Rudy Giuliani, ex prefeito da cidade. Hillary Clinton, senadora democrata do estado, correu a seu encontro e não se limitou à foto, senão que disse ter discutido com ele “os problemas da educação para os garotos de inteligência superior” em decorrência de uma grotesca conferência entre uma senhora de 55 anos e um garoto de 7.

Congressos e associações disputavam o pequeno Einstein para suas próprias conferências: só em 2001 participou em 13 – remuneradas, naturalmente. Mas quando falou na Universidade de Denver, alguns docentes começaram a suspeitar:

- “Ué… me pareceu um garoto normal de 7 anos, desenvolvido, mas muito normal”, disse uma professora de psicologia infantil que tinha assistido à conferência para escutar o pequeno gênio. E na universidade, na confrontação real com estudantes e professores para valer, começaram os problemas.

Após as primeiras aulas, Justin desmoronou. Escondia-se embaixo da carteira. Explodia em prantos e gritos. Golpeava a cabeça contra a parede e as estantes. Negava-se a comer. Vomitava nas aulas. Então enviaram um psiquiatra até sua casa e o veredicto foi tremendo:

Justin é um garoto transtornado, aterrorizado, quase psicótico.

As autoridades públicas interviram e o diagnóstico foi ainda mais terrível: se não o afastassem logo de sua mãe, Justin se tornaria clinicamente louco… se é que ainda é recuperável. Todos os analistas concordaram: o pequeno sábio que dialogava com servidores públicos e senadoras famosas é um garoto absolutamente normal, inclusive com limitações emotivas e intelectuais.

A mãe perdeu a guarda do filho, que ficou a cargo do estado.

E todos aqueles testes, aqueles resultados sensacionais, aqueles diplomas? Tudo mentira, tudo falso. A mãe fez os exames por ele, se aproveitando do anonimato que confere a Internet e da crédula desonestidade das escolas.

Quando as provas começavam a lhe resultar muito difíceis, se transformou numa enganadora cibernética. Enviava por computador os testes feitos pelos alunos mais brilhantes do país, atribuindo-os a seu pequeno Justin.

Apesar de que muitas coisas parecessem estranhas, havia a necessidade de crer no pequeno gênio, o culto norte-americano da “excepcionalidade” , de criar um novo Einstein. Toda esta sede foi mais forte que a prudência.

Naturalmente, agora a mãe diz o que dizemos todos os pais, que “o fez por ele”, para dar a esse filho único e “bastardo”, “a possibilidade de um fututo melhor do que ela teve”. O que ela conseguiu foi levar o pequeno Justin da pré-escola à clínica psiquiátrica para menores.

O pequeno continua tentando suicidar-se, batendo a cabeça contra as paredes e pede, chorando, que lhe deixem ver seu gatinho branco.

Justin também pede que lhe levem seu manto azul da invisibilidade de Harry Potter.

O gato continua com o acesso vedado na clínica, mas, ao que parece, o pobre Justin já pode desfrutar do seu desejado manto.


Baixando as rotações e resgatando meu eu Março 21, 2009

Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.
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Não tenho tido muito tempo para mim nestes últimos meses. Por isso nos últimos dias resolvi fazer uma pausa, não férias de trabalho, mas decidi reduzir o ritmo, estou tentando baixar as rotações, buscando deixar a mente um pouco mais quieta. Para isso, adotei uma boa leitura e outros truques para me ajudar nesse resgate a meu Eu.

Dado este momento de “retorno ao simples”  resolvi escrever um post sobre este momento e quem sabe não tem alguém por aí que esteja passando por algo parecido e ao ler esse post possa se ajudar ou, uma outra pessoa que já viveu isso e está num estágio avançado e possa me ajudar. Por isso compartilhar é mágico.

Hoje não é dificil notar o quanto temos andado num ritmo acelerado, num ritmo “alucinante” onde os dias parecem não ser mais suficiente para tantas atividades.  Claro que ao meditar no assunto muito de nós somos levados àpenas considerar as atividades fisícas: ir ao trabalho, mandar um email, ligar para alguém, buscar o filho na escola, fazer compras, organizar as roupas sujas, etc.  Entretanto, se observarmos  mais um pouco, veremos também, que existe uma estafa mental, que, no meu caso por exemplo, supera de longe a meu cansaço físico.

Por vezes, chego ao final do dia com dor de cabeça e ao deitar na cama, simplesmente não consigo dormir pois são tantos pensamentos que processei durante a jornada do acordar até o momento que o cerébro não conseguem reduzir, é como se fosse um imenso navio que acelerou tanto durante a viagem que devido a inércio não consegue parar de imediato.  Isso, acabou, devido as noites de insonia, as dores de cabeça constantes, os rémedias para ajudar, etc,  deteriorando minha saúde de forma perigosa.  Foi aí que então resolvi mudar.

Como primeiro passo no novo caminho, procurei voltar a ler. A leitura estimula a atenção e me ajuda a eliminar os “pensamentos parasitas”. Pensamentos parasitas são aquelas idéias, que no meu entender, ficam vindo a mente e não nos agregam e nem geram qualidade psiquica.  Ao ler, meus pensamentos vão se reduzindo e aos poucos limitando-se a uns poucos reflexos da história.  Confesso, que algumas vezes o estudo não me ajuda e por vezes acelera.  Foi daí que tirei a segunda lição:  buscar livros com histórias suaves e que estimulem minha paz interior.  Arrumei minha prateleira perto da cama e deixei lá somente os livros que se encaixam no descrito acima: Ilusões, Nosso Lar, Fernão Capelo Gaivota, etc.

Uma outra coisa que faço atualmente é sempre que me sinto confuso e mergulhado numa tempesta cerebral, para tudo que estou fazendo , fecho meus olhos e me concentro em apenas respirar.  Aos poucos vou focando e sentindo o turbilhão cessar. O engraçado que aprendi isso mergulhando: “certa vez perguntei para um instrutor de mergulho por que o esporte trazia tanto conforto e tranquilidade para mim. Ele me respondeu que talvez seria o fato de eu, durante o mergulho, apenas me preocupar em respirar, ou seja, voltar ao essencial do humano. Sem respirar não vivemos e nem pensamos.”

Por fim nada com um bom chá e uma refeição leve para que o corpo acompanha a leveza da mente

Dramas de Controle Março 16, 2009

Posted by aoqfonseca in Filosofia, livros.
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Existe um livro que adoro e li, pela primeira vez, na minha adolescência (15 anos) que é “Profecia Celestina” de James Redfield. O livro conta a história de um homem que acaba encontrando um pergaminho com um profecia que todos deveriam conhecer. A cada capítulo um aspecto desta filosofia é abordado e como a personagem vai se relacionando com o fato. Vale muito a leitura.

Num dos capítulos do livro, o autor fala sobre os Dramas de Controle.  Os dramas de controle são formas que nos comportamos ou nos posicionamos de forma a conseguir energia(segundo o livro a energia é a fonte vital e todos nós precisamos dela).  Nós podemos obter esta energia através da sintonia com o ambiente ou por vampirismo (sugá-la de alguém). Estes não são conceitos espiritualista e sim apenas uma forma. Podemos entender esta energia como sendo atenção por exemplo.Os Dramas de controle são formas que colocamos nossas emoções de forma a obter a atenção das pessoas. Eles podem ser, em linhas gerais, tipados como: AGRESSIVOS, COITADOS, SUBMISSOS, etc..

Todos nós que ainda não alcaçamos certa evolução exermos algum deste controle.  Basta reparar quando estamos discutindo.  E geralmente nestas situações que vemos nossa forma de “vampirizar”.

O segredo é aprender a não cair na armadilha e aprender que existe uma fonte inesgotavel que é a natureza.

Playing for change Março 14, 2009

Posted by aoqfonseca in Filosofia, ensino, natureza humana.
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Pessoal que lê este blog segue abaixo um video de um projeto que se chama playing for change. A música e a montagem são lindas, confiram abaixo:

Volta do ensino de valores Março 13, 2009

Posted by aoqfonseca in bíblico, ensino, filhos.
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Como alguns que acompanham meu blog devem ter percebido não sou muito fã de emails com mensagens e correntes, mas de vez em quando a gente acaba garimpando um texto interessante. E foi exatamente que aconteceu nesta semana: receib um email, com aquelas tais ppts anexas, e qual não foi minha surpresa um texto lindo e contém um questionamento válido e atual.

Bem a apresentação transcorria diante ao fato de uma menina ter perguntado ao seu pastor, após massacres em escolas americanas (alunos entrando armados e disparando em diversos) onde estava Deus que não impedia essa escalada de violência de hoje.  Não quero fazer propagando de nenhuma religião, até por que, religião para mim é apenas o meio de chegar a um entidade superior que chame-a como quiser. Mas acredito, firmemente, que não podemos continuar do jeito que está.

Quando era criança tinhamos ensinos religiosos nas escolas, tinhamos também ensinos de MPB (famoso moral e civica). Essas disciplinas foram cortadas e atualmente não existem mais…. Não estão na moda do ensino “modernista” desses malucos.  Com isso, nossas crianças, que já não tem famílias estruturadas – pais separados, pais super atarefados e workahoolic  – não contam com uma escola com o compromisso de passar valores.  Hoje escola é apenas para ensinar matérias e mais nada. Os professores não tem valor e nem respeitos dos pais…. Já presenciei agressões de alunos e pais a professores por este apenas estarem tentando ensinar o certo para estes deliquentes.

Só a favor do ensino de valores nas escolas. Gostaria de rever nas grades aulas de filosofia, civica, moral, política… Pois, penso eu, só assim vamos resgatar nossas crianças e criarmos adultos engajados socialmente, moralmente, etc.  Precisamos deixar que as boas coisa voltem a entrar em nossas vidas. Um teste: quantos dos que leêm e que tem filhos levam-os para algum centro de caridade para que eles aprendam a alegria de servir ao próximo ?

Pensem nisso

Baltazar Gracián – Texto sobre homens de palavra e de ação Março 13, 2009

Posted by aoqfonseca in Filosofia, livros.
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Tenho andado distante do blog mas pretendo voltar a postar. Para tirar um pouco as teias de aranhas, segue abaixo um axioma do livro de Baltazar Gracián.

DISTINGUIR O HOMEM DE PALAVRAS DO HOMEM DE AÇÕES

É uma diferença única, como aque há entre o amigo da pessoa e o amigo do cargo, que são muitos diferentes. Palavras maldosas, mesmo sem más ações, já são bastantes ruins. Mas é pior usar boas palavras e agir amal.  Não se vive de palavras, que são vento, nem de cortesias, o que é engano.Só presunçosos se satisfazem com vento. PAra ter valor, as palavras devem ser acompanhadas de ações.  As árvores que não dão frut , só folhas, não costumam ter coração. Convém, conhecê-las para saber de quais se obtém proveito e de quais somente sombra

Espero que gostem do texto… para mim ele diz muito em poucas linhas.