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Como ter um enfarte feliz, pelo Dr Ernest Arthur Outubro 31, 2008

Posted by aoqfonseca in Trabalho, natureza humana.
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Não sei se a fonte do texto é esta mesmo porém a mensagem é genial. Encaixe como uma luva a mão, com as reflexões que faço com relação ao cotidiano.

Quando publiquei estes conselhos ‘amigos-da-onça’ em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias;
2. Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos;
3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde;
4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem;
5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.;
6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, coma o mais rápido possível pra não perder tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando,  jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro;
8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro;
9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo;
10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estomago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo;
11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos;
12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

A Honestidade Outubro 30, 2008

Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.
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Segue abaixo texto sobre a honestidade e amizade, coisas  que andam em muita falta ultimamente.

A história é contada por Vladimir Petrov, jovem prisioneiro de um campo de concentração no nordeste da Sibéria.
Vladimir tinha um companheiro de prisão chamado Andrey.
Ambos sabiam que daquele lugar poucos saíam com vida, pois os alimentos que se dava aos prisioneiros políticos não tinham por objetivo mantê-los vivo por muito tempo.
A taxa de mortalidade era extremamente alta, devido ao regime de fome e aos trabalhos forçados.
E como era natural, os prisioneiros, em sua maioria, roubavam tudo quanto lhes caía nas mãos.
Vladimir tinha, numa pequena caixa, alguns biscoitos, um pouco de manteiga e açúcar. Coisas que sua mãe lhe havia mandado clandestinamente, de quase três mil quilômetros de distância. Guardava aqueles alimentos para quando a fome se tornasse insuportável. E como a caixa não tinha chave, ele a levava sempre consigo.
Certo dia, Vladimir foi despachado para um trabalho temporário em outro campo. E não sabia o que fazer com a caixa.
Andrey lhe disse:
- Deixe-a comigo, que eu a guardo. Pode estar certo de que ficará a salvo comigo.
No dia seguinte da sua partida, uma tempestade de neve que durou três dias tornou intransitáveis todos os caminhos, impossibilitando o transporte de provisões.
Vladimir sabia que no campo de concentração em que ficara Andrey, as coisas deviam andar muito mal.
Só dez dias depois os caminhos foram reabertos e Vladimir retornou ao campo. Chegou à noite, quando todos já haviam voltado do trabalho, mas não viu Andrey entre os demais.
Dirigiu-se ao capataz e lhe perguntou:
- Onde está Andrey?
- Enterrado numa cova enorme junto com outros tantos prisioneiros, respondeu ele. Mas antes de morrer pediu-me que guardasse isto para você.
Vladimir sentiu um forte aperto no coração.
‘Nem minha manteiga nem os biscoitos puderam salvá-lo’, pensou.
Abriu a caixa e, dentro dela, ao lado dos alimentos intactos, encontrou um bilhete dizendo:
‘Prezado Vladimir. Escrevo enquanto ainda posso mexer a mão. Não sei se viverei até você voltar, porque estou horrivelmente debilitado. Se eu morrer, avise a minha mulher e meus filhos. Você sabe o endereço. Deixo as suas coisas com o capataz. Espero que as receba intactas.’
Andrey
Uma amizade sólida e duradoura só se constrói com fidelidade e honestidade recíprocas.
Ser honesto é dever que cabe a toda criatura que tem por meta a felicidade.
A fidelidade é uma das virtudes que liberta o ser e o eleva na direção da luz.

Carta de mãe para outra mãe Outubro 30, 2008

Posted by aoqfonseca in natureza humana.
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De mãe para mãe…

Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do Estado.

Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência.

Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, que contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc…

Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo.

Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha, para mim, importante papel de amigo e conselheiro espiritual.

Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite.

No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo…

Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da Febem.

No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas ‘Entidades’ que tanto lhe confortam, para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar ‘Os meus direitos’ !’

Texto sobre como prejulgamos as pessoas Outubro 30, 2008

Posted by aoqfonseca in Filosofia, Trabalho, família, natureza humana.
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Será que conhecemos as pessoas com quem convivemos?

Certa vez, trabalhei em uma pequena empresa de Engenharia. Foi lá que fiquei conhecendo um rapaz chamado
Mauro.
Ele era grandalhão e gostava de fazer brincadeiras com os outros, sempre pregando pequenas peças.

Havia também o Ernâni, que era um pouco mais velho que o resto do grupo. Sempre quieto, inofensivo, à parte, Ernâni costumava comer o seu lanche sozinho, num canto da sala. Ele não participava das brincadeiras que fazíamos após o
almoço, sendo que, ao terminar a refeição, sempre sentava sozinho debaixo de uma árvore mais distante.

Devido a esse seu comportamento, Ernâni era o alvo natural das brincadeiras e piadas do grupo.
Ora ele encontrava um sapo na marmita, ora um rato morto em seu chapéu.
E o que achávamos mais incrível é que ele sempre aceitava  aquilo sem ficar bravo.

Em um feriado prolongado, Mauro resolveu ir pescar no Pantanal. Antes, nos prometeu que,
se conseguisse sucesso, iria dar um pouco do resultado da pesca para cada um de nós.
No seu retorno, ficamos todos muito animados quando vimos que ele havia pescado alguns dourados enormes.
Mauro, entretanto, levou-nos para um
canto e nos disse que tinha preparado uma boa peça para aplicar no Ernâni.

Mauro dividira os dourados, fazendo pacotes com uma boa porção para cada um de nós.
Mas, a ‘peça’ programada era que ele havia separado os restos dos peixes num pacote maior, à parte.
‘Vai ser muito engraçado quando o Ernâni desembrulhar esse ‘presente’ e encontrar espinhas, peles e vísceras!’,
disse-nos Mauro, que já estava se divertindo com aquilo.

Mauro então distribuiu os pacotes no horário do almoço. Cada um de nós,
que ia abrindo o seu pacote contendo uma bela porção de peixe, então dizia:

‘Obrigado!’.Mas o maior pacote de todos, ele deixou por último. Era para o Ernâni.
Todos nós já estávamos quase explodindo de vontade de rir, sendo que Mauro exibia um ar especial, de grande satisfação.
Como sempre, Ernâni estava sentado sozinho, no lado mais afastado da grande mesa.
Mauro então levou o pacote para perto dele, e todos ficamos na expectativa do que estava para acontecer.

Ernâni não era o tipo de muitas palavras. Ele falava tão pouco que, muitas vezes,
nem se percebia que ele estava por perto. Em três anos, ele provavelmente não tinha dito nem cem palavras ao todo.
Por isso, o que aconteceu a seguir nos pegou de surpresa. Ele pegou o pacote firmemente nas mãos e o
levantou devagar, com um grande sorriso no rosto.
Foi então que notamos que seus olhos estavam brilhando. Por alguns momentos,
o seu pomo de Adão se moveu para cima e para baixo, até ele conseguir controlar sua emoção.
‘Eu sabia que você não ia se esquecer de mim’, disse com a voz embargada.-
‘Eu sabia, você é grandalhão e gosta de fazer brincadeiras, mas sempre soube que você tem um bom coração’.

Ele engoliu em seco novamente, e continuou falando, dessa vez para todos nós:-
‘Eu sei que não tenho sido muito participativo com vocês, mas nunca foi por má intenção.
Sabem… Eu tenho cinco filhos em casa, e uma esposa inválida, que há quatro anos está presa na cama.
E estou ciente de que ela nunca mais vai melhorar.

Às vezes, quando ela passa mal, eu tenho que ficar a noite inteira acordado, cuidando dela.
E a maior parte do meu salário tem sido para os seus médicos e os remédios.

As crianças fazem o que podem para ajudar, mas tem sido difícil colocar comida para todos na mesa.
Vocês talvez achem esquisito que eu vá comer o meu almoço sozinho, num canto…
Bem, é que eu fico meio envergonhado, porque na maioria das vezes eu não tenho nada para pôr no meu sanduíche.
Ou, como hoje, eu tinha somente uma batata na minha marmita.

Mas eu quero que saibam que essa porção de peixe representa, realmente, muito para mim.
Provavelmente muito mais do que para qualquer um de vocês, porque hoje à noite os meus filhos…’,
ele limpou as lágrimas dos olhos com as costas das mãos. -

‘Hoje à noite os meus filhos vão ter, realmente, depois de alguns anos…’ e ele começou a abrir o pacote…
Nós tínhamos estado prestando tanta atenção no Ernâni, enquanto ele falava, > >que nem havíamos notado a
reação do Mauro.
Mas agora, todos percebemos a sua aflição quando ele saltou e tentou pegar o pacote das mãos do Ernâni. Mas era
tarde demais.
Ernâni já tinha aberto e pacote e estava, agora, examinando cada pedaço de espinha, cada porção de pele e de vísceras, levantando cada rabo de peixe.
Era para ter sido tão engraçado, mas ninguém riu. Todos nós ficamos olhando para baixo.

E a pior parte foi quando Ernâni, tentando sorrir, falou a mesma coisa que todos nós havíamos dito anteriormente:
- ‘Obrigado!’.
Em silêncio, um a um, cada um dos colegas pegou o seu pacote e o colocou na frente do Ernâni, porque depois de
muitos anos nós havíamos, de repente, entendido quem era realmente o Ernâni.
Uma semana depois, a esposa de Ernâni faleceu.
Cada um de nós, daquele grupo, passou então a ajudar as cinco crianças.

Mauro, hoje aposentado, continua fazendo brincadeiras; entretanto, são de um tipo muito diferente:
Ele organizou nove grupos de voluntários que distribuem brinquedos para crianças hospitalizadas e as entretêm
com jogos,  estoiras e outros divertimentos.

Às vezes, convivemos por muitos anos com uma pessoa, para só então percebermos que mal a conhecemos.

Nunca lhe demos a devida atenção; não demonstramos qualquer interesse pelas coisas dela;
ignoramos as suas ansiedades ou os seus problemas. Que possamos manter sempre vivo, em nossas mentes, o ensinamento
de Jesus Cristo:  ‘ Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros.’(João 13,34).

Cada Ernani sabe o fardo que carrega… , portanto respeite o jeito de ser de cada um.

Síndrome do Pânico e a Sociedade Moderna Outubro 23, 2008

Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.
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Hoje encontrei uma pessoa que eu não via faz um tempo. Durante a conversa que tivemos, ele me contou que estava com alguns problemas e por isso tinha sumido um pouco. Bem todos desculpados pois andei sumido também porém, nos últimos dias, estou tentando reestabelecer contato com meus amigos, conhecidos, professores, gurus, etc…. eles são minha fonte de inspiração, meu “norte”.

Bom, seguindo com a história, no meio da conversa que tivemos, descambamos a chorar nossas mazelas, e nisso este meu amigo me conta que teve um crise de pânico.  A Sindrome do Pânico é uma doença psiquica séria e existem um número significativo de pessoas que são acometidos por ela.  Ela deriva de um excesso de ansiedade e gera um travamento na pessoa. O individuo fica preso na crise e não consegue fazer nada.O tratamento consiste de medicamentos e terapias com psicólogo. Não pensem que a cura é rápida, pode uma doença a levar pelo resto da vida.

Maiores detalhes deixo para pesquisarem ou perguntarem aos profissionais (psiquiatras). A questão interessante que levantamos após falarmos sobre isso, foi que a causa de crise que este amigo meu teve pode ter vindo do excesso de cobranças que recaíram sobre ele. Cobranças por sucesso profissional, ganhar dinheiro, estar em forma, casar, etc.

O relato acabou sendo um “prato cheio” para devagarmos sobre outras coisa ligadas. Vimos que muitas vezes essas demanda veem da forma que nossa sociedade entende o sucesso: o sucessoe algo ligado ao externo e não ao interno do ser. Medimos nosso sucesso ou de outrem pela quantidade de bens que este possui – beleza, dinheiro, carro, mulheres, etc – mas esquecemos que o fato principal é a felicidade, satisfação. Vejo pais, obrigando filhos a seguirem uma profissão somente pelo fato de com ele tem chances de ficar rico ou ter sucesso.

Primeiro, é preciso que fique claro que o sucesso veem do mérito de cada um. Não falo do sucesso de 5 minutos que todos podem ter. Falo do sucesso duradouro, aquele que fica…. Isso se você for bom naquilo que faz não importa a profissão ele virá… Segunda que ter muito dinheiro não significa que será feliz, apenas diz que você tem muitos recursos para satisfazê-lo temporariamente. Terceiro que felicidade é estado de espírito e não contagem de moedas. Muitos são felizes pelo fato de poderem fazer algo pelo próximo e não porque tem um carro do ano na garagem. Esses valores tortos são coisas impostas por esta sociedade de consume que nos impele sempre a gastar mais e mais, para nunca estarmos satisfeitos. Sucesso externo é que nem casa com pintura nova e alicerce podre: por um tempo será linda mas depois vai desmoronar tudo.

Por isso está na hora de quebrarmos alguns paradigmas e passarmos a atitudes mais positivas em relação aos nossos filhos e aos próximas pois senão, assim como o stress, a sindrome do panico vai ser mais uma doença da vida moderna

Texto Apocalíptico sobre uma plano de mudança de moeda Outubro 22, 2008

Posted by aoqfonseca in natureza humana, politica.
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Não sou muito amigo de tratar este tipo de tema pois sempre me soou como tombeteiros do apocalipse, atevendo a desgraça, o colapso do mundo, etc.  Mas o que me chamou atenção sobre o tema foi a questão dos eventos se encaixarem e de certo corresponderem com algumas outras coisa que tenho lido.

Recebi de uma amiga um video de um radialista americano que afirma que está acontecendo no mundo um movimento silencioso para  acabar com o dolar americano como moeda. O mais interessante da afirmação do homem é que o próprio governo americano que está por trás de tal ato.  Segundo ainda ele, tal manobra visa a criação de uma nova moeda muita mais “cara” (valorizada) que o atual dolar e com isso mitificar todas as dívidas do USA com o mundo. (Veja o o video aqui)

A questão pode parecer um tanto apocaliptica, mas como disse no começo do texto,  é bem coerente com diversos outros textos que li ultimamente. Alguns ainda lembram de artigos e emails que circularam na internet sobre uma possível ação de países exportadores de petróleo de mudar suas reservas cambiais para o Euro. Tal fato incitou o governo americano a atacar o Iraque como forma de evitar tal fato e com isso evitar a desvalorização de sua moeda.

Se quiserem perguntar a qualquer economista verão que eles vão te dizer a mesma coisa: a economia americana é baseado no valor de sua moeda, ou seja, o principal produto de exportação do americano é o dolar.  Sem este fica muito desvalorizado, eles perdem seu poder comprar, geram deficit comercial alto, etc… Mas proque então eles acelerariam tal fato ? Pois assim poderiam criar uma nova moeda que resgataria sua presença no mercado mundial e estaria bem valorizada.

Um outro fato que me chamou a atenção para isso, foi ver que o mercado está comprando freneticamente dolar, seem uma razão lógica para isso. No Brasil, explica-se, que tal fato decorre dos contratos fixados na moeda. Com medo de uma desvalorização futura de nossa moeda em relação ao dolar, todos estão correndo aos mercados para comprá-lo enquanto estão num preço interessante, reforçando assim suas posições na moeda, fazendo reservas. Isso é algo que, caso seja verdade o dito no video, é o previsto para o plano deles.

Bem, mesmo não sendo verdade, vale a pena para ficarmos atentos as movimentos da economia e não apenas pensarmos, como nossos políticos,  que não fazemos parte deste problema.

Ensaio sobre a influencia do J R R Tolken no pensamento atual Outubro 20, 2008

Posted by aoqfonseca in Filosofia.
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Hoje acabei assistindo um documentário onde a pessoa dizia sobre a influência do livro “Senhor dos Anéis” J R R Tolken sobre a cultura atual. É correto afirmar que o escrito impactou bastante embora ainda não está claro o efeito causado.

Temos vivido numa época de vazio de valores. Valores muito cultuados no passado, atualmente parecem ter perdido o sentido diante a uma realidade nova de busca de tudo ao extremo… Tudo deve ser consumido e a o prazer é o apogeu nada importante a trajetória que leve  até ele, você é o heroi se conseguir ser rico, ter muitas amantes, etc. Como alguns no documentário, acredito que história do Senhor dos Anéis resgasta estes valores de forma mítica e os reinsere no inconsciente coletivo. Através de sua mitologica “Terra Média” e de seus habitantes, Tolken, trata de honra, amizade, devoção, responsabilidade, heroísmo, sacrifício pessoal e entre tantas outras coisas.

Assim uma parte da influencia deste livro é o resgate de principios de forma silenciosa. Outro aspecto, é o gosto pela leitura. Muitos adolescentes estão devorando graças o apetite desperto por Senhor dos Aneis. É comum vermos, dentro das livrarias, uma boa quantidade de jovens atrás de volumes com histórias semelhantes.

Embora acredite que alguns irão concordar comigo nos escritos acima, nada do que eu disse passa de impressão pessoal.  Existem pesquisadores que estão dedicando suas teses de doutorados para entender o efeito desta obra, tamanho o impacto causado. Um desses, por exemplo, é Sandro Ataliba. Ele inclusive possui um site com uma enquete (clique aqui)

O HOMEM DE VALORES PROFUNDOS – GRACIÁN Outubro 13, 2008

Posted by aoqfonseca in Filosofia, livros.
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Resgatando a série dos textos de Baltasar Gracián, segue abaixo outro aforismo do livro “A Arte da Prudência”.

Como o brilho interiores e profundos do diamante, o interior do homeme sempre deve valer o dobro do seu exterior. Há pessoas que são pura fachada, como casas sem acabar porque faltou dinheiro: têm a entrada de palácio e os aposentos de casebre. Não há onde descansar, ou tudo é descanso, porque depois dos cumprimentos se acaba a conversa. Podem impressionar com as saudações iniciais, mas imediatamente se convertem em silenciários, pois onde não há uma contínua inteligencia as palvras se esgotam. Enganam facilmente outrso que também só têm aparência, mas não astúcia. Esta olha o interior e o encontra vazio.

Quantos não são as pessoas que encotramos na vida que após cinco minutos de conversa percebemos o quanto são vazios.  Possuem até uma certa beleza que nos atraí, ou até um quantidade de simpatia mas depois de breve conversa, se tivermos as astucia, notaremos o quanto estão vazias.

Pessoas que apenas sabem falar de um tema, pessoas que gostam de ficar discursando como fossem senhoras do saber, pessoas que se mostram portadores de valores futeis, pessoas que falam demais, todas elas são vazias. Pois aquele que tem valor em si, ama o escutar pois sabe que muitos tem algo a agregar, sabem o valor do silencio, e conseguem conversas sobre tudo com sua humildade.

Campos minados Outubro 2, 2008

Posted by aoqfonseca in natureza humana.
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Um outro dia acabei lendo uma coluna no Jornal O Globo que me fez pensar.  O texto fazia alusão aos campos minados para explicar uma situação. Sendo assim, vou aproveitar do mesmo artifício para tratar uma questão que considero interessante e delicada: as tentações diárias.Considero tentações diárias, todas aquelas situações onde nosso valores são colocados a provas ou onde somos obrigados a escolhermos por fazer algo coerente ou não com nossas crenças.

Podemos dizer que a vida é um imenso campo minado, onde as minas são situações ou eventos que nos acontecem que nos colocam em “xeque”.  Por mais que tenhamos cuidado, pouco provável será nunca passarmos por algo parecido. Ao sermos pressionados, acredito que somos levados a tomar uma posição, realizar uma escolha, etc… E aí entram nossos valores, pois serão eles o esteio, a linha guia onde nos apoiaremos.

Ir de encontro ao que acreditamos, agir de forma incoerente com nossas crenças é de certa forma assumir um curso que nos levará a campos minados mais densos. Não que seja sempre fácil saber a direção a seguir, mas ooptar por ser coerente por muitas vezes nos evita problemas.

Várias ocasiões, vi e vivi momentos onde houve hesitação em ser claro, por motivos nobres: amizade, carinho, desejo de proteger o próximo, vontade de evitar um conflito.. mas o futuro acaba sendo implacável e leva a novas “sinucas de bico”. E como se a vida, quisesse que tomemos a decisão “correta”.  No final vi o quanto é libertador ser coerente.

Por mais que dizer a verdade, por exemplo, venha ser algo doloroso ao ouvinte, é a melhor forma de agir. Os campos minados estão aí, não vão acabar, apenas adensar ou diminuir. Os estragos que eles virão a causar serão proporcionais a incoerencia feita.