Arrogância da juventude – Texto Julho 26, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.Tags: textos, juventude, arrogancia
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Recebi por email o texto abaixo de autor desconhecido. Simples e genial reflete muito da nossa juventude doente.
Um calouro muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.
‘Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo’, o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.
‘Nós, os jovens de hoje, crescemos com televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e …,’ numa pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
-’Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens… por isso nós as inventamos.
E você, um coisinha arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração?’
Foi aplaudido ruidosamente!
Arrogância como armadilha do sucesso Julho 25, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, Trabalho.Tags: conhecimento, Trabalho
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Segue abaixo um texto que recebi por email que fala da arrogância do conhecimento. Super interessante e bem atual diante das coisa que tenho visto.
14 de Julho de 2008 – O sucesso tem suas armadilhas. Talvez a pior delas seja a tendência a uma arrogante acomodação. A pessoa se torna tão confiante em seus métodos – afinal, eles a levaram ao sucesso – que passa a confiar neles cegamente, acreditando que, o que funcionou uma vez, vai funcionar sempre. Para complicar um pouco mais as coisas, essa pessoa começa a acreditar que sabe tudo o que precisa saber e que nada mais tem a aprender. É nesse momento que ela pára de crescer e coloca em risco o sucesso que conquistou. Não há nada de errado em confiar em si mesmo. Porém, evitar a autocrítica e desdenhar o aprendizado não são sinais de autoconfiança – são sinais de auto-engano. A verdadeira autoconfiança jamais dispensa uma boa dose de humildade, inclusive a humildade de admitir que ainda temos muito o que aprender. A esse respeito, Sócrates, o grande filósofo grego da Antiguidade, nos ensina uma importante lição. Certa vez, alguém perguntou ao célebre oráculo de Delfos se Sócrates era de fato o mais sábio dos mortais. A resposta foi sim. A história foi contada a Sócrates, mas, em vez de vangloriar-se, o filósofo ficou intrigado. Decidiu, então, conversar com vários homens que eram tidos como sábios, na tentativa de descobrir porque o oráculo os havia excluído. Depois de encontrar-se com essas pessoas e avaliar o que tinham a dizer, Sócrates concluiu: “Todas elas são tão arrogantes, tão seguras de seus conhecimentos que, se realmente sou mais sábio do que elas, é porque sei que não sei o que elas acham que sabem”. Outra das armadilhas do sucesso é transformá-lo num fim em si mesmo, no objetivo máximo de nossas vidas. Se fizermos isso, o que acontece depois de chegarmos ao sucesso? Qual será nosso novo objetivo, nosso desafio, nosso horizonte? Transformar o sucesso na referência máxima de nossas vidas é um caminho perigoso. É claro que todo mundo quer vencer obstáculos e ser bem-sucedido. No entanto, tudo isso é parte de algo bem maior, que pode ser chamado de a arte de viver. Essa arte consiste em usar os desafios para crescer. O sucesso não é um lugar no qual você chega, se acomoda e decide ficar por lá mesmo – como se isso fosse realmente possível. É apenas um degrau a mais na jornada de nossas vidas. E ainda bem que é assim. Afinal, que vantagem há em ficarmos parados no meio de uma escada? Em nossa busca pelo sucesso, pelo reconhecimento e pela realização profissional, corremos o risco de nos apegar de tal forma a essas coisas que elas passam a ser medida pela qual julgamos a nós mesmos e aos outros. Dependemos do sucesso assim como dependemos do ar que respiramos. E se às vezes as coisas não dão certo, ou não correm conforme o esperado, somos assolados pela sensação de que nosso mundo está ruindo e que nossa auto-estima está em frangalhos. Para escapar dessa armadilha é preciso mudar o foco. O sucesso não é medido apenas pelo reconhecimento externo e pelos aplausos que recebemos. Cada vez que você cair e se reerguer, que errar e aprender, que não conseguir, mas tentar de novo, congratule-se! Perceba a enorme realização que isso representa e não faça do “tapinha nas costas” e dos elogios o único termômetro do seu sucesso pessoal. (Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 9)(Ricardo Bellino – Empresário e dealmaker, fundador da Gold & Bell e do Instituto do Empreendedor (Inemp). Autor de livros, colunista e palestrante. Blog: http:/resminutos.blig.ig.com.br)
Trabalhando como burro de carga Julho 23, 2008
Posted by aoqfonseca in Trabalho.Tags: Trabalho
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Na sala de café do meu setor, existe uma mesa em que o pessoal deixa algumas revistas para serem lidas enquanto a pessoa espera ou bebe o seu café. Bem, hoje, acabei por encontrar uma revista Exame Antiga que tinha como matéria de capa com a seguinte chamada : “Porque trabalhamos como burros de carga”.A matéria mantém o foco na vida dos grandes executivos, como por exemplo, presidentes de grandes empresas multinacionais e brasileiras, diretores, etc. Mesmo parecendo uma outra realidade me fez pensar muito e novamente cá estou para falar um pouco disso.
Como disse, o artigo se restringe ao mundo dos executivos, mas esta constatação pode ser facilmente extrapolada para qualquer pessoa. Segundo a matéria, um quantidade infima de pessoas, hoje, conseguem trabalhar justas as horas de suas jornadas. Quase a maioria fica mais de 1 hora além. As justificativas, estatisticamente falando, em sua totalidade giram em torno das cobranças do mercado, busca por crescimento na empresa, etc. Alguns casos citados na reportagem beiram absurdos, como por exemplo, pessoas que trabalham todos os dias 15 horas, outras que mesmo doente gravemente foram trabalhar pois não “podiam parar”.
Bem, trabalho numa empresa em que o dono morreu e ela não parou. Continua firme e forte em seus objetivos. Isso mostra que ninguém é indispensável ou insubstituível. A questão é que não adianta acreditar que tudo vai parar se não tivermos lá. Essa “Síndrome do Chefe Inseguro” ou “Pavor de Desemprego” precisa parar . Existem outros aspectos em nossas vidas, como família, esposa, saúde, que penso eu, são mais importantes que um punhado de dinheiro.
Mas esses caminhos de workachoolic é a famosa “gaiola dourada”. Como esse loucura acaba por dar retornos, em dinheiro, altos, as pessoas ficam nesse labirinto e não querem sair. Tem medo de perder seu padrão de vida ou de ser cobrado pela familia pela perda. A questão que é bom fazer algo antes que seja tarde demais…. ou seja, esteja morto.
Não sei quanto a vocês mas eu vou desligar agora e vou ficar um pouco com minha família.
Confiança Julho 21, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.Tags: confiança, natureza humana
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Hoje li um jornal antigo que guardo lá em casa. Impressionante como da pilha de papeis destinado ao lixo saltou um texto maravilhoso. O texto, de uma psicologa, conta de sobre sua experiência num aula de dança. Diante a este fato, ela traça um paralelo e versa sobre a questão da confiança. As conclusões são muito interessante e quero mostrar algumas.
A dança é uma atividade festiva e por si própria já traz alegria. Mesmo dançando só, que “atire a primeira pedra” quem nunca se permitiu um momento de valsejo só e expermentou uma alegria infinda. Imagine agora a experiência de dançar a dois, casal. É algo que exige muito, é preciso saber levar e ser levado, deixar-se conduzir, confiar. Isto mesmo confiar.
Traçando um paralelo com nosso cotiadiano vemos que esta questão de confiança anda meio em baixa. Atualmente não cultivamos confiança: não confiamos no vizinho, nos políticos, nos policias, nas outras pessoas, não confiamos nem em nossos parentes (filhos, pais, irmãos, etc). Este estado de eterna desconfiança, gera insegurança e nos põe em vigilia constante. Ficar sempre alerta custa caro. Daí vem o stress, pois nunca podemos relaxar senão alguém pode vir e nos tomar algo: nosso emprego, conjuge, amizade, bens, etc.
Sei que esta situação é justificada. Hoje valores como respeito não existem mais. Vale mais quem é experto, que engana, que rouba, etc. Mas será, e insisto nisto em vários textos, que parte não é culpa nossa. Pois ao nos recursarmos aceitar esta realidade como sendo normal, estamos aceitando-a e nos modificando para adaptarmos a ela. Acredito que é preciso dizer não !
Quando viajo para cidades do interior ainda vejo esta questão da confiança e noto como todos são mais felizes, embora não saibam. Talvez tenha chego o momento de aprendermos com este mais velhos e simples. Quem sabe uma boa aula de dança do salão já não seja um bom começo.
Desconectando… Julho 16, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.Tags: tecnologia, Trabalho
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Hoje escutei no rádio um texto que falava de uma pessoa que viajou para o polo norte e durante a viagem não teve como usar seu celular, não tinha conexão a internet, ou seja, nenhuma de nossas “delícias” tecnológicas atuais. Ele continuou, contando que diante essa situação foi “obrigado” a reinventar a forma que ocupava seu tempo. Nisso acabou por reviver velhas paixões, antigos hábitos foram retomados, etc.
Confesso que isso me fez repensar. Hoje somos extremamentes dependentes de nossos brinquedos. Que atire a primeira pedra quem nunca se desesperou, atualmente, com a falta do celular, computador que não funciona. Creio que esta dependencia está chegando aos limites da escravidão. Olha que não faltam filmes e literatura que explore essa faceta da tecnologia.
A tecnologia é algo bom se soubermos bem utilizá-la. Facilita nossas vidas, torna rápido o acesso a informação, aproxima as pessoas, “encurta” as distancias… bem este discurso todos conhecem, a questão é o outro lado. Não conseguimas pensar em sair sem um celular a mão.. É impossível trabalhar sem um computador.. Imaginar que a 15 ou 20 anos faziam tudo isso sem nenhum deles presente.
Em outra passagem, conversando com um colega mais experiente do que eu, acabamos fazendo um constatação: hoje nosso jovens não gostam de estudar. ler, etc… Pois tudo está disponível a um clique de mouse. Antes éramos obirgado a ler centenas de livros, mergulhar em bibliotecas para entender um assunto, já agora não. Viva ao Santo Google !!!
Acredito que é saudavel, certos momentos, pararmos, desconectarmos e vivermos com uma certa simplicidade. Vou aproveitar meu conselho e finalizarei por aqui.
Texto sobre companherismo Julho 15, 2008
Posted by aoqfonseca in Trabalho, natureza humana.Tags: caridade, solidariedade, textos
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Outro dia, revendo emails antigos, achei um texto sobre a questão do companherismo. O texto conta sobre uma pessoa muito religiosa que um dia recebeu a visita de um anjo. Ao se deparar com o anjo, o homem pede a ele para lhe mostrar como seria o céu e o inferno.
O anjo prontamente o levou para o inferno, lá encontrou um mesa grande, com um banquete posto. A questão que todos que estavam sentando a mesa possuam as mãos viradas para trás. Com isso, ninguém conseguia comer do que estava posto. Era uma cena triste pois todos estavam ali famintos diante da comida.
Triste eles partiram para o céu. Chegando lá, a cena causou espanto ao homem. Era exatamente a mesma coisa: uma mesa com um banquete servido e as pessoas com o mesmo defeito, ou seja, com as mãos viradas para trás. A diferença era que ao contrário do inferno, um dava comida ao outro, assim se alimentavam mutamente.
Por vezes não são os ambientes que são diferente e sim as pessoas e suas atitudes frente as adversidades. Tenho visto isto no meu projeto atual, o que definirá se estamos no céu ou no inferno, são as atitudes de cada um.
Equilibrando a balança da vida Julho 13, 2008
Posted by aoqfonseca in Trabalho, família.Tags: família, Trabalho
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Por este dias aconteceu um episódio no meu trabalho que me fez, como sempre, parar para refletir algumas posturas e atitudes que venho tendo. Algumas coisas gostaria de compartilhar.
Como em outro post que já escrevi, devido aos rumos de nossa sociedade, temos caminhado para um certa histeria de trabalho. Atualmente, é bastante comum encontrarmos pessoas que são viciadas em trabalho. Elas ficam muito mais do que é necessário abdicando do tempo que tem com suas famílias, amigos, etc para ficar nas empresas. Fora o tempo que alguns passam em casa fazendo algo relacionado.
As explicações são as mais variadas, vão desde de medo de se demitido a investimentos na carreira.
A questão que a vida não para e com isso, outra coisa em nossas vidas vai ficando esquecidas, meio que “lado”. Uma coisa é certa: essas questões esquecidas são tão importantes quanto e vão nos cobrar pela esquecimento. Tive este exemplo em meu trabalho, após uma reunião super estressante, algumas pessoas estavam chorando, a principio pela nervosismo e depois pois sentiam que uma grande decpeção pois tinham dedicado tudo ao trabalho e este não reconhecia.
Penso que não devemos criar expectativas e o fato acima descrito representa bem algumas das cobranças que disse. No caso, uma das pessoas das quais comentei, tinha acabado de perder a mãe e o pai está doente.
Bem, acredito que precisamos ter em mente que trabalhamos para viver e não podemos viver para trabalhar. É necessário entender que a tempo para tudo, inclusive trabalhar. Ao priorizar um dos itens outros esquecidos vão nos “cobrar”. SAber dosar é a palavra de ordem, dedicar tempo a família é outra.
Espero que consigamos, senão não sei onde vamos parar.
História sobre o Alecrim Julho 12, 2008
Posted by aoqfonseca in Uncategorized.1 comment so far
Um cheirinho de alecrim
Há dias em que tem-se a impressão de se estar dentro de um espesso nevoeiro.Tudo parece monótono e difícil e o coração FICA triste.É a noite escura da alma. Era meu aniversário e justamente um destes dias estranhos, quando uma voz interior me disse:
- ‘Você precisa tomar chá de alecrim!’
Fui ao jardim e lá estava nosso viçoso pé de alecrim. Interessante é que quase todos que visitam nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim. Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e o servi em uma Linda xícara. O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando.
Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti enorme felicidade no coração.
Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria. Aliás, o Nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e – veja só que maravilha!
O alecrim – Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea – foi muito apreciado na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a ‘Água da Rainha da Hungria’, famosa solução rejuvenescedora.
Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge?) quando estava paralítica e sofria de gota.Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria. O rei da Polônia chegou a pedi-la em casamento!
Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo.
Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo.Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sangüínea. Também atua no fígado.
E uma melhor irrigação dos órgãos estimula o metabolismo. Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão de Jesus que o tornou capaz de livrar-se do vício. Jesus lhe sugeria que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris.
O alecrim é digestivo e sudorífero.
Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intellectual
É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele,
lesões e queimaduras; para curar resfriados e bronquites, para cansaço
mental e estafa; ainda para perda de memória, aumentando a capacidade
de aprendizado.
Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim:
Quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas.
O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino.Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia,lavou suas roupinhas.Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-Las.
‘O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.
Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao Sol durante toda a manhã.
Obrigada, gentil alecrim! – disse Maria.
Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando.E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos.
Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria.’
Carta de repúdio Julho 11, 2008
Posted by aoqfonseca in guerra, natureza humana, politica.Tags: atualidade, joão roberto, policia
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Perdão a aqueles que leêm oque escrevo por novamente tocar no assunto, mas a cada noticia que leio, a cada vez que ligo a televisão sou bombardiado pela fato da morte do menino. Sei que a questão é chocante e revoltante. Não podemos admitir que um “agente da lei”, um policial supostamente treinado para proteger seja um assassino insano a tal ponto da atitude cometida.
Porém, sempre aprendi que precisamos procurar a causa primeira. A PM é a pior coisa que existe no Brasil. É no Brasil…. É um requicio do império e podia acabar. Já fez sentido algum dia na vida que ela fosse do jeito que é mas não faz mais. Precisamos de inteligência, de humanos, não brutos e assassinos. Para constatar isso basta olhar para qualquer PM na Rua. A maioria possui cultura escassa, linguajar pobre, uma aparencia ….
O pior ver que nosso governador trata isso como se fosse em outro país, em outro planeta. Senhor Governandor você tem suas mãos sujas de sangue do menino e de muitos outros inocentes. Sergio Cabral ,sai do palácio de cristal e observe a realidade. Você é tão debel e assassino quanto os policiais. Espero que reflitam e que o remorço os faça refletir em suas bestialidades.
“Homens de azul oque vocÊs fazem: – Matamos, roubamos, estorquimos, enganamos, sequestramos, estupramos, agredimos !!! ” .
Vamos fazer um lista com assinaturas pedindo a saída do governador e o mudança da consituição para acabar com a PM e todos este tipo de animais.
Mais uma brutalidade Julho 9, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, família, natureza humana.Tags: atualidade
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Hoje, como em outras vezes aqui, um fato ocorrido me chocou e sinto a necessidade de compartilhar alguns pensamentos. Nesta semana mais uma criança morreu vítima da bestialidade um homem que deveria protege-lo. Parafraseando uma carta lida no blog do repórter do crime no jornal O Globo, quanto mais terão de morrer para acordarmos para esta realidade apocalíptica.
Segundo foi noticiado, o policial em serviço “confundiu” o carro da mãe da criança com um carro que estava sendo perseguido por outros colegas dele de trabalho. A questão, como acredito que muitos concordem, vivemos uma época de falência do estado de direito. Falta autoridade, não autoritarismo.
Outra coisa que incomoda, que assim como o caso do garoto arrastado por um carro, logo as notícias cessarão e este episódio cairá no esquecimento de todos. Seguiremos com as nossas vidas como se nada tivesse acontecido, e que nossa sociedade fosse sã. Meu Deus, quanto tempo mais será necessário para entendermos que estamos doentes. Doença esta do espírito. Já não nos horrorizamos mais. já não temos a revolta, tudo isso é normal… é o preço pela evolução. NÃO !!!!!!
Em qualquer cultura, de qualquer época, os antropólogos, sociólogos, etc, podem confirmar isso, a criança é o bem mais protegido pois são os mais valiosos. Entretanto, colocamos armas em suas mãos, ensinamos consumir, viver para a aparência. Daí vem, nossas meninas que não amam mais, possuem interesses.. não há pudor, sexo pelo sexo, nudez não choca, etc.
Sempre aprendi que para resolver um problema de forma definitiva temos que encontrar a sua causa primária. No caso acima, a causa primária vem de nossa “cultura” de malandragem, de pouca ordem, etc. É preciso que revisemos nossos compartamentos, revisitemos nossos pensamentos e condutas. E MUDAR !!!!! Vamos começar votando direito, acabando com demagogia, privilengiando a ordem ao invés do “jeitinho”.
Um bom começo seria fazer um mega protesto. Um protesto silencioso mas eficaz. Elejam um dia e uma hora e façamos um minuto de silencio pelas vitimas de nosso descaso, de nossa sociedade insana, de nosso votos mal feitos, etc. Comentem com sugestão de datas, vamos nos mobilizar antes que seja tarde.