Corrente de bondade Fevereiro 18, 2008
Posted by aoqfonseca in Uncategorized.Tags: benevolencia, borboleta, corrente, efeito
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Outro dia em casa fui apanhado por uma linha de pensamento baseado num conceito chamado “Efeito Borboleta”. O efeito borboleta é uma pequena historia pra exemplificar o efeito da ressonância, onde parte da hipótese que uma borboleta ao bater as asas pode “gerar” um “furacão” no outro lado do mundo. Partindo do mesmo principio, particularizando num efeito de encadeamento, poderíamos dizer que mesmo um ação isolada pode gerar grandes transformações em um outro ponto distante.
Por isso sou a favor de ações benevolentes, mesmo que possam parecer ineficazes, pode ser que dado um efeito de ressonância ela possa se tornar numa imensa torrente de coisas boas que podem vir atingir não somente o alvo direto da ação mas sim toda uma população de pessoas. Exemplos disso não faltam: são ong’s que vem fazendo um trabalho de “formiguinha” a anos e que hoje começam a deslumbrar o tamanho dos efeitos conseguidos, são programas de governo, mundanças de cultura e mentalidade, etc.
Mas porque estou abordando esse assunto? Resolvi falar disso, de certo modo, com um auto-incentivo para continuar postando. Por muitas vezes, ao analisar as estatísticas de acesso, fico desanimado pois não é nenhum numero expressivo. Nunca tive a intenção de ficar famoso com estes textos, mas, as vezes, gosto de saber que existem pessoas que gostam do que escrevo e de certa forma a mensagem que quero passar esta sendo transmitida. Sendo assim , um dia de baixa-estima quase resolvi finalizar este blog, porém, por algumas dessas coincidências mágicas da vida, acabei vendo um filme sobre a historia de menina que resolve fazer uma corrente do amor. Ele começa simples, tentando melhorar a vida das pessoas que estão ao lado, a questão que fazer isso ele pede que ao invés de retribuir diretamente a ele que o beneficiado passe a benevolência a diante. Com isso, criou-se um efeito multiplicador que acabou ficando famoso. Bem, vou parar por aqui pois não é meu objetivo contar o filme e sim tecer a idéia.
Acabei, devido a historia, tocado e percebi que embora, por muitas vezes ninguém chegue a ler, pode ser que um dia existira alguém que lera e se sentira melhor ou ira repensar em algo e com isso melhorar como pessoa… aprender com os meus erros.
Por isso, vou terminar o post com uma proposição/ aquele que ler isso criar uma cadeia do bem. Escrever algo, confortar alguem, não importa. O importatne é fazermos algo pois por menor que seja, se houver ressonância, podemos ate mudar o mundo.
Grande Axioma da Vida Fevereiro 5, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, Trabalho, Uncategorized.add a comment
O porteiro do meu prédio vem logo à mente.
exatamente a mesma coisa.Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional.
Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: “Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje”. Esse deveria ser o foco da sua atenção.
?Fazer as coisas certas e não certas coisas.?
Quem são os tolos ? Fevereiro 4, 2008
Posted by aoqfonseca in Uncategorized.add a comment
ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor,
de 2.000 REIS.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos
para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda
não havia percebido que a moeda maior valia menos.
“Eu sei”, respondeu o tolo assim. “Ela vale cinco vezes menos, mas no
dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar
minha moeda.”
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A *primeira:* Quem parece idiota, nem sempre é.
A* segunda:* Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A *terceira *: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de
renda.
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos
estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso
respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem
realmente somos.
“O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um
idiota que banca o inteligente”