A nova onda é ser resiliente Janeiro 31, 2008
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Segue abaixo um bom texto para refletir sobre essa loucura que vivemos em nossas carreiras profissional.
A cada dia surgem mais e mais características que devem ser desenvolvidas pelos profissionais que buscam uma carreira bem sucedida, considerando todos os fatores internos e externos que influenciam uma evolução de carreira profissional. O termo mais recente é resiliência, um conceito importado da Física, que nos ajuda a entender algumas situações vivenciadas dentro do mercado de trabalho.
O dicionário Aurélio nos dá a seguinte explicação: “resiliência: propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica”. Trazendo a definição para o dia-a-dia da empresa, o termo relaciona-se às pressões a que estamos submetidos no trabalho.
Os profissionais continuarão a trabalhar sob uma pressão muito forte para que possam atingir os resultados traçados pelas corporações e o que se espera deles é que consigam suportar bem esta pressão, sem que sofram danos físicos ou psíquicos. É preciso que o profissional consiga, de forma estruturada, ajudar a empresa a reverter os resultados adversos, devolvendo esta energia acumulada durante o período de pressão, visualizando novas formas de se fazer negócios e obtendo resultados compensadores.
A pressão vai continuar a existir. De um lado, as equipes são cada vez mais enxutas, pelas reduções dos quadros nas empresas nos últimos três anos. Por outro, o aumento da competitividade, em todos os setores da economia, exigirá uma melhor preparação dos profissionais para que possam superar este período, que não será pequeno.
Novidades e situações nunca antes vivenciadas são grande fonte de ansiedade. Os profissionais que vão sobressair serão os que conseguem desenvolver uma visão de longo prazo dos possíveis caminhos que surgirão em suas atividades, buscando antecipar os acontecimentos e planejar alternativas para os diversos cenários que possam surgir ao longo das jornadas.
Uma das maiores dificuldades em uma situação como esta é a falta de prática em olhar para o futuro, nos enxergando como parte integrante desta nova época. Passamos a maior parte do nosso tempo relembrando o passado (cerca de 85%), restando muito pouco tempo para vivermos o presente e criarmos o futuro.
O desenvolvimento da capacidade de abstrairmos um pouco da loucura do dia-a-dia e de nos enxergarmos integrados nos novos tempos, atuando inclusive para transformar, ou melhor ainda, criar nosso futuro, contribui para que possamos entender os cenários de total pressão que estaremos vivendo.
Entendendo a situação, fica mais fácil nos prepararmos para enfrentar esses intensos períodos de retomada da economia que estamos vivenciando, ainda a passos mínimos, mas ascendentes, minimizando as situações de stress, pelas quais passaremos a cada dia.
A flexibilidade para encararmos as novidades é uma forma de diminuirmos o stress que as mudanças nos trazem. Ao invés de dizermos “não” para uma mudança, dizermos “por que não”? É preciso tentar entender os benefícios que estas alterações, que serão cada vez mais freqüentes em nossas vidas, poderão nos trazer. Os problemas sempre estarão presentes. O que muda, e faz toda a diferença, é a atitude que temos frente a eles.
Gostei muito dos conselhos dados pelo renomado Dr. Alberto D’Auria, ginecologista e superintendente de Saúde Ocupacional do Hospital e Maternidade São Luiz, sobre como enfrentar toda essa torrente de situações de profundas mudanças, desenvolvendo a resiliência como uma característica que faça parte de nossa vida:
- Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
- Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação;
- Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar;
- Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio para recuperar-se”;
- Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;
- Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom;
- Assumir riscos (ter coragem);
- Tornar-se um “sobrevivente” repleto de recursos no mercado profissional;
- Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas);
- Separar bem quem você é e o que faz;
- Usar a criatividade para quebrar a rotina;
- Examinar e refletir sobre a sua relação com o dinheiro;
- Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer, para em seguida retornar ao estado original.
A preparação e o planejamento para o enfrentamento das sabidas, e cada vez mais freqüentes, mudanças, vai nos proporcionar uma melhor qualidade de vida, diminuindo as surpresas e tensões de nosso dia-a-dia.
Maximas para a vida Janeiro 30, 2008
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Não sei se a fonte do texto que colocarei abaixo é verdadeiramente uma tese mas vale a pena para pelo menos pensarmos um pouco no ritmo que temos definido para a nossa vida.
“Tese de Guerdjef
Tese de um pensador russo chamado Guerdjef, que no início do século passado
já falava em auto-conhecimento e na importância de se saber viver.
Dizia ele: ?Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em
cada momento e daquilo que, realmente vale como principal?.
Assim sendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no
Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os ?experts? em comportamento que, quem já consegue assimilar 10
delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade interna.
Ei-las:
1- Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo.
Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas
atitudes.
2- Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou.
Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3- Planeje seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso,
consciente de que nem tudo depende de você.
4- Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam
os seus quadros mentais, você se exaure.
5- Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho,
casa, no grupo habitual.Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua
atuação, a não ser você mesmo.
6- Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte
dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7- Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas
certas.
8- Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os porque
são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais
importantes.
9- Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar
banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10- Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias enquanto há ansiedade e
tensão. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11- Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a
sua própria identidade.
12- Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a
trave do movimento e da busca.
13- É preciso ter sempre alguém em quem se possa confiar e falar abertamente
ao menos num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14- Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a
roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15- Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo
mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer
convencimento.
16- Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo… para quem
quer ficar esgotado e perder o melhor.
17- A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é
muito diferente.
18- Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido.
O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de
divertir-se.
19- Não abandone suas 3 grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a
inocência e a fé!
20- E entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é o
que se fizer ser!
“
Familia: coisa mais importante Janeiro 28, 2008
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Hoje, principalmente dentro mercado de informática, a quantidade de novidades que existe é enorme, obrigando a quem quiser se manter atualizada a quase um esforço herculano. A cada dia que passa são novos padrões, novos paradigmas, novas metodologias, novas linguagens, que surgem. Isso impõe uma rotina diaria de leitura e pesquisa que acarreta num gasto de tempo grande. Porém, por mais que a necessidade de mais tempo exista, o dia continua tendo apenas 24 horas. Logo, essa rotina de estudos acaba por demandar a seu executor que priorize as coisas em sua vida e quase sempre a familia vem em ultimo lugar. Justificativas para isso não faltam, algum mascaram esta escolha dizendo que em verdade estão priorizando a familia pois esta investindo em sua carreira e com isso indo em busca de melhores remunerações e com isso mais conforto.
O que acabam por não entender que esta corrida insana acaba por nos levar a um ciclo perigoso pois acabamos nos tornando generalistas sem profundidade em nada, e com familias destruídas pois não ha quem resista tanta indiferença. Sendo assim, proponho uma profunda reflexão sobre nossas escolhas diarias e passemos a colocar as nossas familias em primeiro plano sempre. Pois pode ser que um dia nõ tenhamos mais familia para priorizar e ai sera muito tarde.
Primeiro post em novo blog Janeiro 25, 2008
Posted by aoqfonseca in Uncategorized.Tags: hello, Primeiro
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Pessoal devido a algumas complicações encontradas na outra site de blog que eu tinha, optei por tentar utilizar este site a partir de agora. Tenho grande amigos e alguns do blogs que leio são do wordpress.
Com esta mudança espero estar melhorando a experiencia de lê o meu blog e aumentar um pouco a qualidade do acesso.
"Tu és responsavel por aquilo que cativas" Janeiro 24, 2008
Posted by aoqfonseca in Filosofia, natureza humana.Tags: blogs, expressão, Filosofia, pequeno principe
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Sei que a principio pode parecer tolices ou mera dialética , mas para deixar claro a minha mensagem gosto de falar de uma passagem da bíblia onde Jesus fez uma de seus primeiras pregações. Enquanto falava sobre o reino dos céus e a quem ele pertencia, um espião de Roma, para verificar suas intenções, lhe perguntou o que deveriam fazer os hebreus em relação aos impostos cobrados. Jesus, sabia de antemão o alcance de sua palavra e procurou responder de forma bem cuidadosa a esta pergunta . Pegou uma moeda da época e perguntou de quem era a imagem na moeda . Todos responderam que se tratava de Cesar. Então disse ele – ” Dais a César o que é de César”
Isso mostra que nem sempre são importante as nossas intenções nos textos e sim como os textos são interpretados. Outra famosa frase que pode nos remontar a este pensamento seria – ” Dar pérolas aos porcos” -não que todos sejam “porcos”, mas nem todos podem perceber a simplicidade em querer somente informar e acabam adotando o que escrevemos como dogma e não interpretarem como gostaríamos os nosso textos.
Como ja disse um autor cujo o nome não me lembro: ” Os textos são amorfos enquanto escrevemos-os, somente tomam vida ao olhar dos leitores. Assim procuro me posicionar sempre nos dois lugares, ora como quem escreve ora como que lê”. Logo, as mensagens e idéias que um artigo carrega somente é finalizada quando ele é lido e interpretado, por isso um mesmo texto a diferentes olhos pode dizer coisas antagônicas.
Por fim gostaria de concluir que precisamos ter cuidado com que escrevemos pois podemos não ter a mínima idéia do alcance de nossas opniões e como elas afetam os demais. Espero ter sido suficientemente claro.
As ricas diferenças entre as pessoas. Janeiro 23, 2008
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Como ja disse inúmeras vezes em posts anteriores, o mundo é formado por seres humanos e por isso em essência somos iguais. Creio que seja este o ponto de partida que falei no parágrafo anterior. As divergências surgem decorrentes do ambiente, das experiências e do contexto nos quais estão inseridos estas pessoas.
O mais interessante que observei que isso ocorre tanto no macro quanto no micro. Sendo assim, se você observa este fato ao patamar do mundo, você também observara tal fenômeno num grupo de trabalho, etc.
Por fim vejo que somos iguais no ponto de partida, a medida que caminhas sobre a linha da vida vamos nos diferenciando e com isso enriquecendo a pluraridade cultural. Mas uma questão ainda resta: se partimos do mesmo ponto, podemos concluir que em parte somos iguais e sendo assim se torna iracional o preconceito seja ele de qualquer natureza, não é ?
Ansiedade coletiva e trabalhos insanos Janeiro 9, 2008
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Tenho pensado muito no rumo da vida nestes últimos dias. Isso, talvez, pelo fato da passagem do fim de ano. Mas o fato é que tenho questionado muito o modo de vida corrido a que temos sido submetidos: horas intermináveis de trânsito, 10 horas de trabalho diário (sendo que somos pagos por apenas oito, o resto fica no mitológico banco de horas), horas de internet em busca de novas informações para manter a competitividade, etc. Será que tudo isso é realmente necessário?
A cada dia vejo que a tecnologia avança em busca de soluções mais rápidas e menos cansativas para nós. Entretanto, ao invés de termos uma carga menor de trabalho, pois agora temos softwares, “pcs”, “super máquinas”, para trabalhar por nós, acabamos com uma carga que é o “dobro” da atual na ânsia de ser mais eficiente. Assim, nos vejo num labirinto de ansiedade, onde sempre estamos buscando fazer mais e em menos tempo, o que, diante a minha consciência atual, é uma loucura, pois ao invés de aproveitarmos em outras coisas o tempo conseguido com a modernidade, como por exemplo, estudos, lazer, família, etc.
Mas, de onde está a raiz desta problemática? Será que é a pressão de nossa sociedade capitalista? Será que isto é o preço que devemos pagar pela nossa sociedade moderna? Acredito que sempre teremos uma insatisfação latente embora acredito também que ela sozinha não seja o motor por trás das engrenagens deste comportamento insano.
No meu parco entender, penso que tudo isso deriva de um surto de ansiedade coletivo, onde nos sentimos obrigados, pressionados pela cobiça incessante, a sempre estarmos “nos melhorando”, ao invés de aproveitarmos mais as vantagens alcançadas